Só pra lembrar que humilhação não é o Brasil ter perdido da Noruega. Humilhação é perder pra um país de 5,5 milhões de habitantes que descobriu petróleo, olhou pra riqueza e pensou nos netos. Criaram um fundo soberano que hoje vale US$ 2,2 trilhões, quase R$ 11 trilhões, dinheiro que daria R$ 1,8 milhão pra cada norueguês. A Noruega é dona de 1,5% de todas as ações do planeta. O Brasil descobriu o pré-sal e transformou em emenda secreta e refinaria superfaturada. Nossos jogadores não devem nada aos deles. Nossa classe política deve tudo. O que a gente tem que importar da Noruega não é futebol, é vergonha na cara.
1. O governo investe tempo, dinheiro e arrisca a vida de policiais para prender um cara cujo apelido é “mata rindo”
2. O governo resolve soltar o Mata Rindo, para ele visitar mamãe, e combina que Mata Rindo deve voltar ao cárcere em certo dia e hora.
3. Mata Rindo, o homicida que, mais de uma vez, tomou a decisão de assassinar outros seres humanos, resolve descumprir com a sua palavra e não volta para o cárcere. Grande surpresa!
4. O governo investe tempo, dinheiro e arrisca vidas para prender o Mata Rindo
Repete o ciclo.
Salvem este vídeo. Quando os malandros de sempre começarem a alegar que Vorcaro está sendo coagido em seu acordo de delação, mostre-o. Ele é bastante didático do que seria realmente uma coação.
Dirceu, eu vou privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil, entendeu?
A sua receita fracassada de esquerda não deu certo em lugar nenhum do mundo.
Chega! Austrália, França e Estados Unidos são grandes potências do agro sem banco ou petroleira estatal.
O agronegócio não precisa de estatal pra prosperar, Dirceu. Precisa de crédito barato, segurança jurídica e combustível competitivo.
O que afundou o Brasil não foi falta de estatais. Foi o rombo que o PT promoveu nas estatais. Comigo, isso acaba!
Jorge Messias criou um mecanismo para punir empresas consideradas inimigas do regime.
Empresários considerados incentivadores de “atos antidemocráticos” e outros ligados ao agronegócio envolvidos em demandas ambientais mesmo sem condenação podem ganhar o selo de inidoneidade e, consequentemente, ser proibidos de licitar ou contratar com o poder público por até 6 anos. Essa medida está em total desacordo com a lei de licitações.
Análise dos Pareceres JM-01/23 e JM-04/23 da AGU - TV Injustiça.
O VÍDEO DE 2024 EM QUE FLÁVIO DINO INOCENTOU O DEPUTADO JOSÉ NELTO, QUE CHAMOU GUSTAVO GAYER DE NAZISTA
A historinha é curta e o vídeo prova a seletividade:
Junho de 2024: O deputado José Nelto chamou Gustavo Gayer de "nazista". O ministro Flávio Dino votou para absolver Nelto, dizendo que o termo não era ofensa, mas apenas uma "corrente política".
Abril de 2026 (Hoje): O mesmo Flávio Dino é o relator do processo contra Gayer por causa de um meme que associa o Lula ao nazismo. Desta vez, Dino mudou a lógica e votou para tornar Gayer réu por injúria.
O resumo é um soco no estômago:
Para o sistema, se o insulto é contra a direita, o Dino libera sob o pretexto de "debate político". Se a sátira é contra o governo, o Dino processa. A lei no Brasil agora tem lado e o Relator escolhe quem ela deve proteger.
Assista ao vídeo e veja o que o ministro dizia quando o réu era um aliado do sistema.
Se a memória do povo do RJ anda curta, vale relembrar: a famosa Farra dos Guardanapos, em Paris (2009), bancada por Sergio Cabral e sua turma. Luxo, excessos e nenhum pudor com o dinheiro público.
E claro… teve presença ilustre: Eduardo Paes, o Dudu Nervosinho, também marcou presença na festa.
Mas relaxa… o tempo passa e muita gente finge que esqueceu.
#EduardoPaesNuncaMais
A pobreza no Brasil não caiu do céu. Não é praga, não é castigo divino, não é falta de sorte. É resultado direto de décadas de escolhas políticas e econômicas erradas, repetidas governo após governo, com a mesma receita que nunca deu certo.
O Brasil tem a sexta maior carga tributária do mundo, juros entre os mais altos do planeta, uma burocracia que sufoca quem quer empreender.
Enquanto o cidadão produtivo é asfixiado por impostos, o dinheiro evapora em mordomias do alto funcionalismo, em estatais deficitárias e em programas de marketing eleitoral.
A máquina pública inchada gera déficits recorrentes, o que aumenta a dívida e gera inflação, resultando na desvalorização do Real. Essa é a conta que chega na mesa do brasileiro comum em forma de salário baixo, fila no posto e supermercado caro.
Não foi azar. Foi escolha. E continuará sendo, enquanto o eleitor aceitar trocar liberdade econômica por promessas.
Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país por tentar fazer isso.