Mapa de Campo Grande (MS, Brasil) de 1985-2019 mostrando a mudança na cobertura do solo e desenvolvimento da infraestrutura urbana. Usei as dicas do @GeoCastBrasil e do @mauriciovancine em uma combinação de @qgis + @rstudio + @mapbiomas#phdlife#tmap#urbanevolution 🏗️🏡🐸
Obra de referência. Excelentes capítulos sobre diversos aspetos relacionados com a história e a prática da iniciação científica. Recomendado para estudantes, orientadores e gestores de pós-graduação.
Gratuito pelo ótimo selo da Ed. Unesp/Scielo: https://t.co/oqIzAhqhFh
El Análisis Espacial Multicriterio (AEMC) integra SIG y evaluación de datos para resolver problemas territoriales complejos. Al analizar múltiples variables cartográficas, permite identificar zonas óptimas o riesgos, tal como el índice de peligro kárstico.
#karst#geohazards
O IBGE está lançando o mapa-múndi “Riqueza de Espécies 2025”, que mostra a riqueza de espécies e a representação dos continentes em proporções reais. 🌍
New preprint! If you quantify tissue compartments, leukocyte profiles, or any histological proportions — your statistics are probably wrong. Here's why, and what to do about it.
See it below:
https://t.co/6pHeMeEF30
Cerca de mil anos antes de Darwin, o cientista iraquiano Al-Jahiz escreveu um livro sobre como os animais mudam através de um processo que também chamou de seleção natural:
#ArquivoBBC
Já ouviu falar na rã-pimenta?🌶️
Existem mais de uma espécie de rã pimenta, uma delas é a “Leptodactylus vastus”. Ela é bastante comum no nordeste do Brasil, tanto na Mata Atlântica, quanto na Caatinga.
Elas gostam de viver em tocas e estão sempre perto de água.
Esta rã é muito grande. Na verdade é uma das maiores do Brasil, medindo cerca de 20cm!
Por ser uma rã, ela é frequentemente encontrada em lagoas, onde põe os seus ovos.
O seu coaxo é grave e curto, podendo ser ouvido a longas distâncias.
Do lado do seu corpo e entre as pernas há manchas vermelhas indicando presença de veneno. Quando um predador se aproxima, ela logo mostra suas manchas indicando perigo.
🐦🇧🇷/ O uirapuru é uma das aves mais enigmáticas da Amazônia. Discreto, difícil de ser visto e ainda mais raro de ser ouvido, pois ele guarda uma característica única: canta apenas entre 12 e 15 dias por ano. No folclore amazônico, a ave é conhecida por ter sido um guerreiro que caminhava pela floresta tocando sua flauta de bambu. 📹 No vídeo exclusivo gravado em Porto Velho pelo pesquisador Luis Morais, é possível ouvir o canto do uirapuru, considerado um dos maiores tesouros sonoros da mata. Segundo o biólogo e professor Guilherme Marietto, especialista em aves, o som do uirapuru é melodioso e doce, lembrando uma flauta. “Ele alcança notas complexas e muito impressionantes. É um canto que realmente chama atenção”, explica.
↪️ via: // https://t.co/6eoZBVdGuT
#uirapuru #g1 #passaro
Natureza não joga para perder, ela se adapta. Em Botucatu (SP), o tradicional pequi, que costuma ser uma árvore imponente, "decidiu" encolher. O Pequi-anão (Caryocar brasiliense) não é apenas uma versão miniatura; é uma obra-prima da engenharia evolutiva moldada pelo fogo e pelo gelo para sobreviver em uma zona de transição crítica entre o Cerrado e a Mata Atlântica.
🐝 Do Morcego para a Abelha
A adaptação é tão profunda que alterou até a dieta da planta. Enquanto o pequi arbóreo atrai morcegos com um néctar rico em açúcares de seis carbonos (glicose e frutose), o pequi-anão refinou sua receita:
Açúcar para Abelhas: Suas flores produzem sacarose (açúcar de cinco carbonos), muito mais fácil de digerir para as abelhas.
Design Estratégico: As flores são menores, com estames curtos e pétalas reduzidas, posicionadas rente ao solo — um "self-service" perfeito para polinizadores rasteiros e beija-flores.
Relógio Biológico: Elas começam a abrir às 2h da manhã, captando o fim do turno dos morcegos e o início da atividade intensa de insetos ao amanhecer.
🔥 Blindagem
O pesquisador Felipe Amorim (Unesp) explica que o pequi-anão aprendeu a se esconder. Em regiões como a Cuesta de Botucatu, onde geadas fortes e queimadas são recorrentes, a planta mantém seu caule subterrâneo.
"As gemas de crescimento estão protegidas rente ao solo, onde a temperatura muda pouco quando passam as labaredas." — Felipe Amorim.
Quando o fogo ou o gelo destroem os ramos superficiais, a planta rebota com uma força absurda. O resultado? Uma florada espetacular logo após o estresse ambiental.
🛡️ Flexibilidade é a Chave
Para quem atua na engenharia florestal e botânica, o pequi-anão é um "conector ecológico". Como o Cerrado está sendo destruído de forma acelerada, espécies com essa plasticidade genética e capacidade de ajuste aos polinizadores locais são fundamentais para estratégias de conservação. Entender como o pequi "muda de pele" para sobreviver nos ajuda a planejar reflorestamentos mais resilientes frente às mudanças climáticas.
Saiba mais através do link: https://t.co/KgGpV2ZC51
#cerrado
Hello, Moon. It’s great to be back.
Here’s a taste of what the Artemis II astronauts photographed during their flight around the Moon. Check out more photos from the mission: https://t.co/rzM1P0QbOl
Queda na quantidade de peixes pode afetar a saúde de comunidades pesqueiras
Pesquisa indica que a redução de espécies marinhas pode diminuir em até 70% a oferta de certos nutrientes para comunidades pesqueiras
📖 Leia a matéria no link - https://t.co/Q6RSa1CxZA
o trabalho confirmou a marcada diferença de plumagem de várias populações (antes reconhecidas como subespécies) + diferenças nos cantos. A ilustração das 6 espécies foi feita por duas incríveis ilustradoras/biólogas da USP: Laura Montserrat e Michelle Konig
👏👏
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