Interesses em: mercado financeiro, AI, blockchain e todo livro que me adicione algo. Não consigo ficar calado sobre política quando tanta injustiça ocorre.
Lá vem a temporada nova da mesma série: 'Eu fui pobre igual a voces, o problema sao os ricos. Acabarei com a fome.'
Roteiro igual, elenco igual, discurso igual.
A diferenca é que, nesta eleicao, os ricos sao aqueles formados dentro do proprio estado. Ou seja, ele tirou dos pobres para os ricos.
Só um petista para acreditar.
Je suis dans un train "climatisé" où il fait 26 degrés. Le wifi ne marche pas. Personne ne bronche.
Et c'est ça qui me fascine le plus : pas la panne, mais l'acceptation collective.
L'État socialiste a réussi un tour de force psychologique. Il nous a fait intérioriser qu'un service médiocre, payé une fortune, c'est normal. Que c'est même ça, le "service public".
Le même service dans un marché libre coûterait une fraction du prix. Et si la clim tombait en panne, vous seriez remboursé dans l'heure, parce qu'un concurrent attend juste à côté que vous changiez de crémerie.
Faites la liste de tout ce que l'État touche :
L'école : effondrement du niveau, profs en burnout, classement PISA en chute libre. L'hôpital : des mois d'attente, des couloirs pleins de brancards, des soignants qui fuient. Le transport : retards, pannes, grèves, prix qui explosent. La justice : des années pour un jugement. La police : débordée, démoralisée.
Budgets colossaux. Prélèvements records d'Europe. Résultat : tout est pourri.
Pourquoi ?
Parce qu'il manque deux choses que seul le marché fournit : le skin in the game et les prix.
Le skin in the game d'abord. Un entrepreneur qui livre un service pourri fait faillite. Il perd SON argent, SA réputation, SES années de travail. Un bureaucrate qui gère mal un service public ne perd rien. Il sera promu, muté, ou au pire il attendra sa retraite. L'échec n'a aucune conséquence personnelle. Donc l'échec se répète, indéfiniment.
Les prix ensuite. Hayek l'a montré : les prix de marché sont un système d'information. Chaque prix agrège des millions de décisions individuelles et signale où allouer les ressources. Quand l'État fixe les prix ou subventionne à perte, il détruit ce signal. Plus personne ne sait ce qui vaut quoi. On arrose au hasard, on gaspille, et on appelle ça de "l'investissement public".
C'est pour ça que le bureaucrate est le pire locataire possible de vos impôts : il dépense l'argent des autres, pour les autres. Ni incitation à économiser, ni incitation à bien servir. Milton Friedman avait résumé ça en une phrase : c'est la pire des quatre façons de dépenser de l'argent.
Le problème n'est pas tel ministre, tel gouvernement, telle réforme. Le problème est structurel. Un monopole sans concurrence, sans prix, sans skin in the game, produira TOUJOURS de la médiocrité. Peu importe qui le dirige. Peu importe le budget.
Si vous avez compris ça, vous avez compris 90% de l'économie politique.
Alors faites une chose simple : expliquez-le à vos proches. Au prochain train en retard, à la prochaine attente aux urgences, posez la question : "qui perd de l'argent quand ce service est mauvais ?" Réponse : personne. Voilà le problème.
L'information finira par se propager. Et un jour, collectivement, on arrêtera de gober.
Le problème, c'est l'État. Toujours.
O governo do PT não é besta, vai atras de quem pode tirar dinheiro, do pequeno trabalhador.
Ate pq qual a opiniao do lula sobre as facções? Ele protege ou nao o ladrão?
Se os states quiser dar uma ajuda, ele aceita ou nao?
Brazil has been trying to censor American speech on American platforms for years.
Now it's going after American companies and consumers too.
Foreign or abroad, the Committee won't let these attacks go unchecked.
Confira as 10 "profissões mais ricas" do Brasil, de acordo com um ranking divulgado pela Receita Federal:
1. Titular de cartório – R$ 3,3 milhões
2. Ministros, juízes e desembargadores – R$ 2,9 milhões
3. Procuradores e promotores – R$ 2,89 milhões
4. Diplomatas – R$ 2,52 milhões
5. Atletas e desportistas – R$ 1,71 milhão
6. Dirigentes, presidentes e diretores de empresas industriais, comerciais ou prestadoras de serviços – R$ 1,66 milhão
7. Produtores da exploração agropecuária – R$ 1,58 milhão
8. Servidores das carreiras do Banco Central, da CVM e da Susep – R$ 1,44 milhão
9. Médicos – R$ 1,38 milhão
10. Atores e diretores – R$ 1,34 milhão
Basta olhar para as cinco primeiras posições para entender o que está por trás da pobreza no país.
O Brasil é realmente um país curioso.
A gente passa a vida inteira ouvindo que o problema é o empresário ganancioso, o produtor rural explorador e o mercado malvadão.
Aí a Receita Federal divulga o ranking de patrimônio médio por profissão e quem aparece no topo?
-Titular de cartório R$ 3,3mi
-Juízes e desembargadores R$ 2,9mi
-Procuradores e promotores R$ 2,9 mi
-Diplomatas R$ 2,5 mi
Para encontrar um dirigente de empresa é preciso descer no ranking. O produtor rural, que vive sendo tratado como inimigo do país, aparece com metade do patrimônio médio de um titular de cartório.
No Brasil, quem abre empresa, investe o próprio dinheiro, contrata funcionário e corre o risco de quebrar é tratado como privilegiado.
Enquanto isso, algumas das maiores fortunas médias estão justamente em carreiras cercadas de estabilidade, benefícios públicos ou atividades protegidas pelo próprio Estado.
A ironia é maravilhosa.
Apenas no Brasil os funcionários públicos ocupam o topo da pirâmide de renda.
Isso mede o fracasso do país.
Os cartórios não existem no resto do mundo, portanto, fica difícil comparar.
Já o judiciário brasileiro é o mais caro da Terra, os magistrados trabalham pouco e ganham muito.
- Diplomatas?
Pergunto de novo: diplomatas?
Confira as 10 "profissões mais ricas" do Brasil, de acordo com um ranking divulgado pela Receita Federal:
1. Titular de cartório – R$ 3,3 milhões
2. Ministros, juízes e desembargadores – R$ 2,9 milhões
3. Procuradores e promotores – R$ 2,89 milhões
4. Diplomatas – R$ 2,52 milhões
5. Atletas e desportistas – R$ 1,71 milhão
6. Dirigentes, presidentes e diretores de empresas industriais, comerciais ou prestadoras de serviços – R$ 1,66 milhão
7. Produtores da exploração agropecuária – R$ 1,58 milhão
8. Servidores das carreiras do Banco Central, da CVM e da Susep – R$ 1,44 milhão
9. Médicos – R$ 1,38 milhão
10. Atores e diretores – R$ 1,34 milhão
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Enquanto o pobre que quer trabalhar tiver q passar por eventos assim, nunca o país vai para frente.
É um país governado pelo narcoestado, o pobre que fique em casa recebendo uma miséria. A maioria prefere assim, mas muitos querem trabalhar honestamente.
#Anceloti nunca foi e nem vai conseguir tee sucesso em selecao. Ele nao sabe o q é lutar por uma copa, especialmente por outro país, a emocao e a responsabilidade que tem q passar para os jogadores.
Tanto q, ao perderem, os jogadores foram embora como se fosse um campeonato estadual.
Novo tuíte fixado, porque esse novo penduricalho ainda vai gerar muita confusão nos próximos anos - e transferir muito dinheiro dos mais pobres para os mais ricos
Faltou mencionar um detalhe importante: por ser classificado como indenizatório, o PVTAC também é isento de Imposto de Renda. E seguem os recibos:
1 - Voto do STF, de 2026, autorizando o pagamento simultâneo de dois benefícios que remuneram exatamente a mesma coisa: tempo de serviço. A justificativa? O PVTAC é indenizatório, enquanto o ATS é remuneratório. Mas quem decidiu que o PVTAC é indenizatório mesmo? Pois é
2 - Resolução do CNJ, de 2005, afirmando expressamente que o ATS foi absorvido pelos subsídios da magistratura. Ou seja: todos passaram a recebê-lo de forma incorporada à remuneração
O Judiciário custou a cada habitante, em 2025, R$ 653. Um aumento de inacreditáveis 67% desde 2021
O cálculo considera a inflação e desconsidera inativos
Cada magistrado do TJRJ, por exemplo, levou R$ 209 mil para casa todo mês
Agora, sabe quanto o Brasil investe em saneamento por ano? Menos de R$ 100 por habitante
O Estado brasileiro gasta mais para sustentar os privilégios do Judiciário do que para levar esgoto e água tratada à população
Prioridades
"Me arrancam tudo à força, e depois me chamam de contribuinte." A ironia de Millôr Fernandes envelheceu bem. Décadas depois, o brasileiro segue financiando um Estado que devolve pouco do que arrecada.
A palavra "contribuinte" sugere ato voluntário. Mas pagar imposto não é escolha. É obrigação sob pena de multa, juros e execução fiscal. O termo suaviza uma transferência forçada de renda que financia, em boa parte, ineficiência e privilégio.
Enquanto o gasto público não passar por critério rigoroso de eficiência, o humor de Millôr continuará atual. Quem paga merece saber para onde vai cada real.
Acompanhe o desempenho dos parlamentares em https://t.co/RTp1d1MO99