“We’re diagnosing boys with ADHD for acting like boys.”
Erica Komisar said this on Steven Bartlett’s Diary of a CEO. Little boys have a huge testosterone surge between ages 3–6. They need to run, jump, wrestle, and move constantly. Instead, we put them in classrooms that reward sitting still, regulating emotions, and being quiet — behaviors that come more naturally to girls. When they can’t, we label them as disordered.
Boys’ schools get this — they do short lessons then let the kids run around multiple times a day. Regular schools don’t.
It feels like we’ve built an education system that works better for one type of kid and then act surprised when the other type struggles or gets medicated.
These early labels follow boys for years and can damage their confidence and self-image long-term. We’re not letting boys be boys.
Do you think our school system is unfairly set up against how boys naturally learn and behave?
Jeff Bezos reveals why compromise is one of the worst ways to resolve a disagreement
"An example of a really bad way of coming to agreement is compromise. If I say the ceiling is 11 feet and you say 12 feet, we say let's call it 11 and a half. That's compromise"
"The advantage of compromise is it's low energy. But it doesn't lead to truth"
"Another really bad resolution mechanism is who's more stubborn. Two executives disagree, they have a war of attrition, and whichever one gets exhausted first capitulates. You haven't arrived at truth, and this is very demoralizing"
"Escalation is better than a war of attrition. Escalate to your boss and say, we can't agree, we like each other, we're respectful, but we strongly disagree, we need you to make a decision"
"Exhausting the other person is not truth seeking. Compromise is not truth seeking"
Assisti a Rafa, a série da Netflix sobre Rafael Nadal, esperando encontrar a fórmula tradicional dos documentários esportivos: imagens épicas, trilha emocionante e uma sucessão de elogios à genialidade de um atleta extraordinário. E isso até existe na série. Afinal, fala de um homem que conquistou 22 títulos de Grand Slam e transformou Roland Garros em seu quintal particular. Mas logo ficou claro que a proposta era outra.
Rafa não é uma história sobre vitórias. É sobre o preço das vitórias.
Ao acompanhar os últimos anos da carreira de Nadal, a série desloca o foco dos troféus para o desgaste físico e emocional provocado por décadas de busca pela excelência. Exames médicos, sessões de fisioterapia, dores crônicas e dúvidas sobre continuar ou parar ocupam mais espaço do que os momentos de glória.
E aí a série deixa de ser sobre tênis.
Todos admiramos o sucesso, mas raramente refletimos sobre seu custo.
A certa altura, Nadal é menos um campeão e mais um homem tentando negociar diariamente com o próprio corpo. A série mostra como uma condição rara no pé, diagnosticada ainda no início da carreira, desencadeou adaptações que permitiram que ele continuasse competindo, mas que também cobraram um preço crescente ao longo dos anos.
O contraste entre o jovem Nadal, explosivo e aparentemente indestrutível, e o veterano cauteloso, limitado pela dor, é o aspecto mais impactante da narrativa, porque torna sua trajetória mais humana.
Foi impossível assistir sem pensar em quantas pessoas vivem algo parecido fora das quadras. Empresários que sacrificam a saúde para construir empresas. Profissionais que chegam ao topo e descobrem que deixaram relacionamentos pelo caminho. Pessoas que dedicam décadas a um objetivo e, quando finalmente o alcançam, já não sabem quem são sem ele.
Rafa não oferece respostas definitivas. Talvez por isso funcione tão bem. Mais do que um documentário sobre um dos maiores tenistas da história, é uma reflexão sobre excelência, propósito e envelhecimento. Você termina os quatro episódios impressionado pelos títulos, mas muito mais impressionado pelo homem que precisou carregá-los.
Dans le manifeste "techno-optimiste" de Marc Andreessen, il y a une phrase qui m'a marqué :
"Our enemies are not bad people – but rather bad ideas."
Nos ennemis ne sont pas des mauvaises personnes. Ce sont des mauvaises idées.
Prenons Jancovici. L'homme est brillant, sincère, travailleur. Il ne se lève pas le matin en se disant qu'il va nuire à l'humanité. Mais l'idée qu'il porte la décroissance, le rationnement, la frugalité érigée en horizon civilisationnel est une idée profondément destructrice. Elle prend des esprits brillants et les transforme en commissaires politiques d'un futur appauvri.
Et le plus fascinant, c'est ce que cette idée fait aux gens qui l'adoptent.
Dans mon entourage, une grosse partie de mes amis est sur cette ligne décroissantiste, avec tout le package qui va avec. L'argent c'est mal mais ils en veulent. Il faut moins prendre l'avion mais ils rêvent de voyager partout. Il faut consommer moins mais ils ne renoncent à rien de ce qu'ils aiment vraiment.
Et tous ont un point commun : ils sont déprimés. L'un d'eux m'a même confié qu'il était sous antidépresseurs.
Ce n'est pas un hasard. C'est mécanique.
Quand tu crois que ton désir de vivre, de créer, de t'élever est moralement suspect tu te détruis de l'intérieur. Tu passes ta vie à t'excuser d'exister. Tu vis dans la dissonance permanente entre ce que ton corps veut (plus, mieux, plus loin) et ce que ton idéologie t'ordonne (moins, sobre, immobile).
D'où ma théorie :
Quand on pense quelque chose de fondamentalement faux décroissance, communisme, extrémisme religieux (de tout ordre) ce n'est qu'une question de temps avant que ça devienne vraiment destructeur.
D'abord pour soi. Puis pour les autres.
Les mauvaises idées tuent. Lentement chez ceux qui y croient, brutalement chez ceux qui les subissent.
C'est pour ça que la bataille des idées n'est pas un luxe d'intellectuel. C'est la bataille la plus importante de notre époque.
Jeff Bezos: "If I do my job right, the value to society and civilization from my for-profit companies will be much, much larger than the good that I do with my charitable giving."
Solving a problem is not the reason for working on it.
[Even] if one never solves it, one realizes approaches that looked right and then understands why they were wrong.
~Conjecture Institute Ambassador @DavidDeutschOxf with @GadSaad
Llevar una vida activa no es solo entrenar. Es aprovechar todas las pequeñas oportunidades de movimiento que ofrece nuestro entorno.
Y además ahorrarás tiempo 😂
“All frameworks in life—your workout framework, your sales framework, even your building-an-app framework—are all a distant second to your motivation.”
— @naval