La Universidad de Chicago acaba de decir en voz alta lo que muchas facultades de Derecho todavía no quieren aceptar: la inteligencia artificial ya rompió el modelo tradicional de enseñanza jurídica. Hoy un alumno puede entregar una demanda, un ensayo o una investigación impecables sin haber leído, razonado ni comprendido realmente el problema. El riesgo no es solo el plagio. Es algo mucho más grave: simular que alguien sabe Derecho cuando en realidad solo aprendió a pedirle respuestas a una máquina.
La respuesta de Chicago no es prohibir la IA ni rendirse ante ella. Es formar abogados capaces de pensar sin tecnología, trabajar con ella y, sobre todo, cuestionarla. Por eso vuelve al aula sin pantallas, fortalece el método socrático, exige exámenes presenciales y obliga a los estudiantes a defender oralmente sus trabajos. La lógica es brutalmente sencilla: si no puedes explicar, sostener y corregir lo que entregaste, entonces probablemente nunca fue realmente tuyo.
La inteligencia artificial no va a acabar con los abogados. Va a acabar con una forma mediocre de ejercer el Derecho: memorizar, copiar formatos, repetir jurisprudencia y producir documentos sin criterio. El abogado que sobreviva no será el que escriba más rápido que una máquina, sino el que sepa detectar cuándo la máquina se equivoca, entender lo que está en juego, tomar decisiones difíciles y responder por sus consecuencias. El futuro de la abogacía no está en producir más texto. Está en tener más juicio.
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A vida da advogada e auditora do Tribunal de Contas da Bahia, Juliana Prates, 43 anos, se divide entre antes e depois de 21 de dezembro de 2025. Naquele dia, Juliana encontrou seu irmão, Otacílio Prates, sem vida. Ele tinha 46 anos e deixou mulher e filha.
O choque foi duplo: além da cena dolorosa, Juliana se surpreendeu ao descobrir, no celular dele, várias plataformas de apostas online abertas (bets), com depósitos em Pix que somavam R$ 109 mil. Mais tarde, descobriria que as dívidas chegavam a R$ 1,5 milhão. (Estadão)
Legalização de bets nos EUA:
- levou a um aumento de 10% na probabilidade de alguém ter o nome sujo (declaração de falência individual);
- aumentou o atraso das dívidas em 7,5%;
- reduziu a pontução do cadastro positivo;
- reduziu investimento/poupança em 14% (!) nos estados que legalização em relação aos que não legalizaram;
- aumentou relativamente a violência doméstica quando o time de uma região onde há muitas apostas perdem.
Quais são os benefícios sociais delas no Brasil? Times de futebol mais fortes? Vale à pena?
A decisão de não criar uma nova estatal para terras raras, neste momento, deve ser compreendida com responsabilidade. O caminho mais consistente é fortalecer as instituições e conhecimento que já temos hoje para garantir a produção, processamento e extração de terras raras de forma soberana no Brasil.
Até agora, a inteligência artificial está sendo para mim como um estagiário muito, muito esperto, mas que não me liberou de revisar, e até refazer, as peças que ele elabora para adequar a aplicação do Direito ao caso concreto.
Mas que ajuda muito, isto é fato.
DECLARAÇÃO 🗣️ "Há uma hora na vida que a gente não tem mais futuro, tem só o presente", diz Fernanda Montenegro em coletiva sobre o filme 'Velhos Bandidos'
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Gilmar Mendes: “Uma juíza italiana me abordou e disse, sem disfarçar a admiração: ‘Então são vocês que compõe o tribunal que enfrentou Elon Musk, o homem mais poderoso do mundo?"
A teologia da prosperidade mercantiliza o sagrado e transforma Deus em fiador. Quando a fé se torna investimento e a oração, moeda de troca, o risco é substituir confiança por cifras e esperança por barganha. Desloca o eixo da fé: faz do dinheiro o termômetro da graça. É a treva.