París ya cuenta con más de 300 calles escolares.
Reducción de la contaminación atmosférica y el ruido, menos atropellos, más autonomía infantil, más contacto social y más juego.
📽️ @EmmanuelSPV
Esta é a análise possível com base nos cartões mostrados. Depois há outra vertente, que é a dos cartões que não são mostrados em circunstâncias similares - e é aí que reside o problema principal.
Krass: Nach Paris gibt es jetzt auch aus London Auswertungen darüber wie die Verkehrspolitik der letzten zehn Jahre die Luftqualität in der 🇬🇧 Hauptstadt verändert hat. Das Ergebnis ist nicht weniger beeindruckend:
Lange war London für seine schlechte Luft berüchtigt. Große Teile der Stadt überschritten regelmäßig die Grenzwerte. Doch dann wurde 2016 der Labour Politiker Sadiq Khan neuer Bürgermeister. Der Beginn der Londoner Verkehrswende:
- 2020: Einführung einer der strengsten Umweltzonen der Welt in der Innenstadt
- 2023: Ausweitung der Umweltzone auf ganz London
- Ausweitung der City-Maut auf 7 Tage die Woche
- Erhöhung der City-Maut von 13€ auf 21€
- Anschaffung von 1300 E-Bussen
- Vervierfachung der Radwege von 90km auf 400km
- 600.000 neue Bäume gepflanzt und 900 Hektar neue Grünflächen geschaffen.
Das Ergebnis: In 10 Jahren hat sich die Luftqualität um 49% verbessert. Das Überschreiten der Grenzwerte ging um 97% zurück und die Todesfälle durch Luftverschmutzung reduzierten sich allein seit 2019 um 40%. Londons Luft ist jetzt so sauber wie noch nie seit Beginn der Messungen.
So schön zu sehen, was alles geht, wenn der politische Wille da ist💪❤️
A quantidade de palavras que ficarão por dizer sobre as 6 épocas de #Pote no #SportingCP é proporcional aos números que registou (239J/97G/58A), títulos que ganhou (7) e, principalmente, às memórias que deixa.
Há, talvez, um bom adjectivo, associado a um momento mágico.
Este 👇🏼
@bancadadeleao Não compreendo a forma como os próprios adeptos do Sporting têm tratado o jogador mais influente do clube neste milénio (pelo menos).
Mesmo com as 2 últimas épocas cheias de lesões recomendo que vão ver os números do Pote as 2 últimas épocas.
Se ficar será o melhor reforço.
Relato de alguém que estava como voluntário na volta a Portugal.
Clarinho e sem espinhas.
Somos um povo que só mesmo à porrada.
Não podia calar-me... Sinto um nó...
Não podia deixar de me pronunciar. Sinto, em demasiadas pessoas, uma impunidade avassaladora — e desta vez essa impunidade custou uma vida.
Fui destacado para cortar um cruzamento na Volta a Portugal. Um cruzamento que, à partida, parecia simples, sem grande complicação.
Chegou a ordem de corte total de trânsito. Curta, clara e concisa "não passa NINGUÉM alheio à prova até à passagem do carro vassoura".
A partir daí, tudo o que se pede é o mínimo: obediência. Essa obediência, porém, perdeu-se algures, há já algumas gerações.
— Mas não se pode passar?
— Não, senhor.
— Mas porquê?
— Está a decorrer a Volta a Portugal.
— É só cem metros, viro já ali.
— Não pode, meu amigo.
— Eu estou a trabalhar!
— E eu também, senhor.
Entre resmungões e esbracejos, lá se vão gerindo os mais inquietos. Por vezes custa a crer que uma simples ordem de autoridade fira tanto o ego de certos "alfas" ao volante — como se travar, por um instante, fosse uma humilhação pessoal.
Passam os primeiros. Passa o pelotão. "Mas ainda há muita Volta", digo eu.
Passam um, dois, cinco, dez minutos, sem sinal do resto da caravana. A prova não acabou — mas a paciência das pessoas, essa, esgotou-se muito antes.
— País de merda.
— Só em Portugal.
E foi então que dezenas de carros começaram a avançar na minha direção, sem que ordem alguma lhes tivesse sido dada. Tive de os desviar para o único ponto de fuga disponível, só para manter a via livre. Ainda há muita Volta, lembram-se?
— Não se pode passar?
— Não. Pela centésima vez.
— Mas eu quero ir para ali.
— Não pode.
Suspiro.
— E há placas a indicar?
— Não, mas há GPS.
— Não se pode passar?
— Não.
— Mas porquê?
Respiro fundo.
— Não se pode passar?
— Não, caraças.
— Senhor, é para andar, não pode parar aqui. Está a entupir o fluxo do trânsito.
— E agora, como é que vou para Cascos de Rolhas?
— Não sei, senhor.
— Não se pode passar?
— Foda-se, não.
— Estou farto desta merda.
— E eu também.
— Ainda demora muito?
— Não sei precisar, senhor.
— Não se pode passar?
Grrrrr. Nãaaaaooooo.
A grande maioria destes condutores desviados fez o que já se esperava: contornou-me, voltou a entrar na Estrada Nacional uns metros abaixo, por umas vielas, até serem travados por outro colega mais à frente, como já o tinham feito para chegar ao meu ponto. Um jogo de gato e rato, disputado à custa da segurança de todos.
É por isto que se torna difícil — humanamente impossível, mesmo — evitar que alguém se coloque, e coloque outros, em risco.
Custa-vos estarem parados no trânsito? Pois a quem o está a regularizar não custa menos. Além do desgaste físico, há o desgaste de gerir, com pinças, dezenas de pequenos arrufos e gritos de insatisfação, sem que nenhuma alma mais sensível se sinta ofendida por um militar "arrogante". Como não haveria de se tornar mais assertivo? Depois de repetir trezentas vezes que não se pode parar, que não se pode seguir?
Não se trata de apontar o dedo. Aquele condutor, decerto, não teve intenção de matar. Mas fê-lo em consciência — é, afinal, um animal pensante, capaz de avaliar as consequências dos seus atos e, ainda assim, escolher ignorá-las.
Os batedores da GNR, impecávelmente, empurram centenas de veículos para as bermas. Mas, por efeito manada, mal passa o grosso da caravana, muitos arrancam sem que o trajeto esteja sequer reaberto. "Ainda há muita corrida", dir-lhe-ia eu — mas para eles já não há paciência nenhuma. Até ao carro-vassoura, é prova. Até ao último ciclista, a estrada é uma pista.
Esta falta de respeito, esta desobediência desenfreada e sistemática, tem levado a inúmeros acidentes desta natureza. Este, infelizmente, foi trágico. Este custou uma vida.
A proposta dos #CorredoresLIVRES aprovada por maioria pela @CamaraLisboa continua por implementar.
Um vídeo simples para mostrar a sua eficiência, revolucionária em Lisboa para o transporte público quando for finalmente implementada.
O @trainmaniac escreveu sobre o estudo que Espanha fez sobre a ideia de mudar a rede inteira de bitola ibérica para europeia. Obviamente que concluiram que custa o PIB de um país africano e se é para gastar este dinheiro mais vale expandir ou melhorar a rede pré existente
A gratuitidade dos 🚉🚍 transportes públicos é uma medida muito tentadora para os políticos, mas raramente tem os efeitos que se diz ter. Isto é ainda mais verdade num país e em cidades onde a falta de oferta de transporte público é o maior incentivo ao uso do automóvel. 🧵 (1/8)
This is significant, as Portugal is an earthquake country. It has been struck by M 6-7 earthquakes in the past while a M 8.5-9.0 devastated Lisbon in 1755. It should be the government's priority to get a warning system in place.
"Si cortas arboles la temperatura de esa área va a incrementarse una media de 10 grados. Talar un árbol debería ser un delito ambiental de primer orden" https://t.co/erNw8Dw5Vq
Algumas notícias concluíram, com mais pressa do que rigor, que a Europa desistiu do seu caça de sexta geração e fica mais exposta aos Estados Unidos.
A conclusão é arrumada e é errada.
Esquece o essencial: o programa europeu com mais momento não caiu.
Chama-se GCAP, junta Reino Unido, Itália e Japão, e continua de pé. Caiu um dos dois programas, não a ambição europeia.
O que aconteceu foi outra coisa. A França e a Alemanha desistiram da componente de caça tripulado do FCAS, decisão transmitida por Merz a Macron no Montenegro.
A causa nada tem que ver com Washington.
Terá sido por a Dassault e a Airbus não chegarem a acordo sobre quem lidera e quem detém a tecnologia. Um problema industrial europeu, resolvido à europeia, ou seja, mal.
Trazer para aqui o facto de os Estados Unidos terem o seu próprio caça a caminho é um falso argumento, que sugere uma fraqueza que os números não confirmam. E uma leitura derrotista da autonomia europeia, mesmo de boa fé, serve quem tem interesse em vender à Europa as suas plataformas.
A história verdadeira é mais interessante. Não morreu a vontade de construir um caça, morreu um modelo de governação.
O FCAS era bicéfalo, duas cabeças a disputar um único comando, e um caça de sexta geração não admite duas autoridades de desenho. Dois comandantes no mesmo cockpit não voam.
Por baixo corre o verdadeiro motor, o reequilíbrio entre Paris e Berlim. A Alemanha rearma-se a um ritmo histórico, com um orçamento perto do dobro do francês.
A França exige liderança porque tem indústria própria e um requisito que mais ninguém tem, o vector nuclear aerotransportado.
A Alemanha recusa ser sócia menor porque é quem paga a conta. Endureceram em simultâneo, e o programa partiu-se.
A cooperação era viável quando ambos eram fracos; o dinheiro alemão dissolveu a ficção de paridade.
O que sobra é fragmentação.
A França seguirá só, como no Rafale, podendo a Espanha, com indústria e voz próprias, acompanhá-la.
A Alemanha procura alternativa, no GCAP ou com a sueca Saab.
E a Europa arrisca-se a ter três ou quatro programas a dividir um mercado que mal sustenta dois.
Esse, e não a sombra americana, é o problema real.
A ironia maior é que o projecto nascido na União Europeia caiu, e o que sobrevive é liderado de fora dela.
E Portugal? Declarou-se, com prudência, observador de um destes programas, sem custos. Com o FCAS no chão, essa intenção resolve-se a favor do GCAP por eliminação. Mas observar não é aderir. É um assento na plateia, não um lugar na mesa.
Liga-se aqui a escolha do substituto do F-16. Entrar num consórcio europeu e comprar o F-35 puxam em sentidos opostos. Um procura autonomia e retorno industrial; o outro amarra o país, por décadas, ao ecossistema americano. O observador é uma declaração, a compra do caça é um compromisso. É esta que decide.
Fica a correcção que importa. A Europa não perdeu um avião, perdeu uma ilusão de paridade entre as suas duas maiores potências militares.
E a Portugal não se pede que escolha entre dois caças. Pede-se que decida quanta dependência aceita e que retorno industrial exige.
Um país pequeno não tem de ser um país menor. No KC-390 entrou como produtor, não como simples comprador, e tem indústria para o repetir. A questão nunca foi o tamanho do lugar à mesa. É a ambição com que decide ocupá-lo.