Spinetta - "aunque me fuercen yo nunca voy a decir que todo tiempo por pasado fue mejor"
Calamaro - "todo tiempo, por pasado, fue peor"
Eclesiastes 7:10 - "Não digas: Por que razão foram os dias passados melhores do que estes; porque não provém da sabedoria esta pergunta"
@mulleriuri - era setembro de 2015
- o hostel, de israelíes, era no centro (paysandú y yí)
- a "loja de ração para gatos" (peatonal perez castellanos), do que posso lembrar, também vendia comida para outros animais
Se um dia vier a gostar, guardarei silêncio:
- do município de São Paulo
- do grupo musical Oasis
- de restaurante do tipo "hamburgueria"
- de psicólogo de instagram
- de documentários do serviço de streaming Netflix
mais especificamente do (maldito seja) estado da califórnia, de paulistanismo, ética do trabalho, correr doze quilômetros diários com um smartwatch no pulso, coffee parties, nubank, três litros de água por dia, terapia cognitivo-comportamental, água de latinha, etc.
mas evidente que o talibã da sobriedade, a patrulha anti-trago, aproveitaria o momento para nos apontar o dedo. o impoluto destilado de capitalismo tardio, de moraleja e castração, a essa merda de wellness, coquetel de ideologia dos estados unidos da américa do norte,
Prefeitura colocou para cuidar de contratos públicos com locadoras de veículos um CC cuja família (todinha, sem exceções) atua no ramo para o qual foi designado para zelar. Publicamos hoje – e esta história ainda pode render mais.
No mês passado pude me sentir menos sufocado a partir de uma conversa que estava entalada desde o funesto ano de 2006. Escrever – e sobretudo publicar – isto aqui é também um ato nesta peleia.
Mas, a despeito dessa prolongada trégua, tenho vivido perpetuamente a me esquivar. Sempre sob a mira de uma suposição, calculando os passos às ordens de uma angústia.
Utilidade pública: Bar Tango hoje serve Heineken de 600 mililitros a 10 pila, das 18h às 20h. Sexta-feira, veranico, mês do cachorro louco. (não poderei estar presente)
Transcrição de áudio de WhatsApp sobre trifulca ocorrida nas dependências do estabelecimento "Meu Postinho", Júlio de Castilhos, confins do Rio Grande do Sul.
"É. Fincou-le bala, mas errou. Um revórve muito caco, o do magrão. Daí ele deu um coronhaço no véio. E tomou uns estouro do guri, né. Depois ele cravou o pé. Subiu naquela caminhoneta véia e sumiu no mundo. Agora tão de'atrás dele, tudo as polícia, não acham".
Trata-se de uma pesquisa chamada "Os donos da cidade", do professor e sociólogo Marcelo Kunrath Silva pelo grupo de pesquisa Associativismo, Contestação e Engajamento da UFRGS. Este é o primeiro resultado de uma pesquisa que está em andamento.
Esse estudo identificou uma rede composta por 532 pontos que compõem 944 relações entre si, com centralidade na participação de famílias da elite porto-alegrense.