@AlexSchwartsman Tem um documentário chamado Behind The Curve, está no YouTube, que conta a história dos terraplanistas. Em determinado momento, um deles fala que a prova de que estão certos é que os cientistas não queriam debater com eles.
pequenos atos contra o capitalismo: o supermercado aqui adesiva outro código de barras nos red bull gelado pra vender mais caro, eu arranco o adesivo e passo no autoatendimento com o preço do quente
@derflecha Eu já acho que quanto mais esse tipo de ideia circular melhor, mais fica claro com que tipo de maluco estamos lidando. Censurar não preveniria que continuassem a prosperar nas bolhas, com a desvantagem de não servir para alertar os que ainda, como eu, tinham alguma ilusão.
Esse fio só faz piorar a percepção dos mercados, ao transmitir a ideia de que o governo acha que está tudo bem com um déficit de 0,5% do PIB. Só para estabilizar a relação dívida/PIB, seria necessário um superávit de 2% do PIB. Pior a narrativa que o soneto.
1/- O equilíbrio fiscal no governo @LulaOficial e @geraldoalckmin
Em 2023, o déficit fiscal primário foi de R$ - 230 bilhões.
Em 2024, a estimativa é que o déficit fiscal primário vai cair para R$ - 54 bilhões.
Uma redução do déficit primário em 76%.
Segue 🧶
É fácil atacar o fim da escala 6x1 quando se tem, tranquilamente, uma escala 3x4. É fácil apontar o dedo e dizer que, quem não quer trabalhar 6x1, que se demita, quando se tem tempo livre com a família, como todos nós, deputados, temos.
Essa reação contra o projeto só demonstra preconceito, povofobia e irresponsabilidade com os trabalhadores.
Para o neoliberalismo, o que resta do futuro pertence ao reino da especulação rentista
Na economia política, o sistema capitalista é compreendido como garantia de futuro fundamentada na esfera da produção de riqueza. A centralidade do lucro futuro é acompanhada de emprego e rendimento do trabalho e de maior arrecadação tributária.
Para o neoliberalismo, o futuro pertence à esfera da distribuição, ou seja, a via de geração de ricos, não da riqueza.
Com o abandono da esfera produtiva pelo neoliberalismo, a produção de riqueza nova tem sido frustrada, com empregos precários e concentração da renda ancorada no endividamento estatal servindo de fundamento à engorda dos ricos.
Isso porque o providencial reino da especulação rentista na estagnação secular da renda per capita opera com o estoque existente da riqueza velha.
Para isso, os seus instrumentos são variados e potentes na disputa do incerto futuro fictício e instável.
Aos ricos, as operações em bolsa de valores e no segmento financeiro são formas rentistas de investimento no reino especulativo.
Para os pobres, os jogos de aposta também respondem muitas vezes ao apelo da formação de poupança forçada à qualquer custo para viabilizar a possibilidade do "investimento rentista" no futuro incerto do reino especulativo.
O extensionismo difusor das jogatinas no "andar de baixo" da sociedade revela, diferentemente da expectativa do "andar de cima", o quanto o seu presente está descolado da possibilidade de um futuro melhor.
Os caras estiveram, até o momento, 15 anos no poder, and counting, e ainda não conseguiram se livrar da “herança maldita neoliberal” do FHC. É muita incompetência.
Plano Real, o outro lado
Os 30 anos da estabilização monetária alcançados pelo Plano Real têm sido notabilizados exclusivamente pela versão neoliberal na mídia comercial. Sem sequer ocasionar constrangimentos, pois laudatória e a-crítica, própria do pensamento único dominante no Brasil contemporâneo.
Não há dúvidas que o lado neoliberal foi o grande vencedor da disputa travada no interior do governo Itamar entre os anos de 1992 e 1994. Mesmo sabendo que a história contada não contempla, em geral, a versão dos derrotados, cabe insistir no registro de que houve um outro lado, o social-democrata em disputa para além da estabilização monetária, a soberania do desenvolvimento econômico nacional.
Isso porque o governo Itamar continha desde a sua origem, ademais da dominância neoliberal na área econômica (FHC na Fazenda e Malan no Bacen), os sociais democratas na área social (W. Barelli no Trabalho, L. Erundina na Administração, J. Haddad na Saúde, C. Amorim nas Relações Exteriores).
Como assessor especial do ministro Barelli, acompanhei de perto a batalha em torno da montagem do Plano Real. Naquela época, dois aspectos principais nortearam as discussões e decisões acerca dos fundamentos originários da estabilização monetária almejada.
O primeiro, de natureza política, estava intrínsecamente vinculado à candidatura de FHC na sucessão de Itamar, quando Lula já liderava o cenário eleitoral. O segundo, de natureza econômica, seria consequência do primeiro, pois terminaria por aprisionar e condicionar - para sempre - a estabilização monetária aos requisitos da elevadíssima taxa real de juros e da super valorização cambial.
Com isso, a trajetória econômica possível asseguraria a via da desindustrialização e, em consequência, a prevalência da desestruturação do mercado de trabalho e o adeus ao projeto de sociedade salarial protagonizada pela Era Vargas, com a precarização e a informalização generalizada das ocupações.
Enquanto a prevalência dos altos juros reais desde então garantiriam uma vida longa e tranquila ao rentismo, a super valorização cambial patrocinaria a velha tese dos conservadores na política nacional definida pela "natural vocação agropecuária".
Em síntese, a derrota presente à velha controvérsia entre os distintos modelos econômicos da especialização produtiva do primário-exportador de Eugênio Gudin (1886-1986) e o da complexidade da industrialização nacional de Roberto Simonsen (1889-1946).
Em pleno ano de 1994, o Plano Real lançado concedeu ao lado neoliberal o poder de sufocar e massacrar o caminho social democrata. Para que pudesse oferecer resultados imediatos e favoráveis à campanha presidencial de FHC - que se mostrou vitoriosa, como se sabe, por sua estreita vinculação à contenção hiper inflacionária -, várias medidas de modernização democráticas foram deixadas para trás.
Destaca-se, por exemplo, as proposições construídas na forma de participação tripartite no âmbito do Ministério do Trabalho, como a defesa da introdução do contrato coletivo, da representação por local de trabalho, da redução da jornada laboral, da ampliação das férias, entre outras propostas presentes na pretensão da regulamentação da Constituição Federal de 1988 e em continuidade do projeto de sociedade salarial.
@pfnery Na primeira fala ele diz “É isso o que vou fazer”. Isso o quê? Para resolver qual problema? Esse “esclarecimento” não esclarece nada, é um insulto à inteligência.
1 corrida de F1 em São Paulo custa 150 MILHÕES pra Prefeitura e traz um retorno financeiro de 1.3 BILHÕES pra cidade.
1 show da Madonna no Rio de Janeiro custou 20 milhões (10 da Prefeitura e 10 do Estado) e trouxe um retorno financeiro de 300 MILHÕES pra cidade.
O retorno financeiro da F1 foi de 8.66 x custo, enquanto o da Madonna foi de 15 x custo.
Qual é mais LUCRATIVO? Madonna
Qual as pessoas atacam por usar DINHEIRO PÚBLICO sendo que AMBOS USAM? Madonna
Resumindo: hipocrisia 😎