🍾I'm beyond thrilled to debut as an author with @Elgar_Law🎉
In the book I show how #philosophyoftechnology and #Jurisprudence may go together to discuss the role law has been having and is expected to have in the efforts against the climate challenge.
Have a free sneak peek👇
The Great Adaptation: Technique, Environment, and the Law on the Globe by Guilherme Pratti @iugittarp from @SantAnnaPisa
More information ➡️ https://t.co/Q0iPbwgXLx
🆓 Read the Preface and Chapter 1 ➡️ https://t.co/uj48Akg0yv
#ClimateChange#Globalization
@grok @DhalsimDo73431 @_daniel_camara_@Samuelsworld Então toma aqui: "Mas não ganhamos o direito de levar os juros a zero, se levarmos o juros a zero vai ter uma explosão financeira que vai ser muito pior do que se subisse o juros para 4,5% por exemplo, onde ele estava alguns meses atrás."
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Vou levar meu filho no parque agora. Se você me ajudar a divulgar este link, na volta, eu vou te mandar os seguintes produtos: 5 scripts de R que fazem diferentes tarefas + 3 livros da nossa coleção de bebês + projeto completo de R que ensina a como trabalharcom [surpresa]
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INTERPRETAÇÕES DO BRASIL
Eu e meu colega Diogo Cunha, da UFPE, estamos lançando a aquele que pode ser considerado o livro mais ambicioso já publicado no sentido de abarcar o conjunto de autores mais representativos do pensamento político brasileiro.
Ele tem por título "interpretações do Brasil: uma nova história do pensamento político brasileiro".
Depois de uma alentada introdução, de caráter teórico e metodológico, o livro apresenta nada mais nada menos do que 25 autores, pertencentes as mais diversas ideologias, representativos de cinco momentos fundamentais da vida política nacional. Cinco momentos que julgamos representativos da história da construção da democracia liberal no país
1) A construção do Estado nacional, explicado por autores como José Bonifácio, Marquês de Caravelas, Frei caneca, Evaristo da Veiga e Visconde do Uruguai;
2) a emergência da sociedade nacional, explicada por meio de autores como Tavares Bastos, José de Alencar, Joaquim Nabuco, Alberto Salles e Rui Barbosa;
3) a reestruturação do estado nacional: nacionalismo e autoritarismo, explicado por pensadores como Alberto Torres, Oliveira Viana, Gilberto Freire, Azevedo Amaral e Otávio de Faria;
4) a transição para a sociedade de massas (1): o experimento democrático. E aqui nós temos Sérgio Buarque de Holanda, Afonso Arinos, guerreiro Ramos, Nelson Werneck Sodré; e Celso Furtado; e por fim
5) a transição para a sociedade de massas (2): o regime militar. E aqui contamos com o João Camilo de Oliveira Torres, Miguel Reale, Raimundo Faoro, Florestan Fernandes e Wanderley Guilherme dos Santos.
Uma vez planejado o livro dessa forma cuidadosa, complexa, convidamos alguns dos maiores especialistas em cada um desses autores: Miriam Dohlnikoff, Felipe Freller, Lidiane Vieira, Ivo Coser, Gabriela Nunes Ferreira, Davi Simões, Maria Emília Prado, Jose Almino De Alencar, Fernanda Lombardi, Paulo cassimiro, Bernardo Ricupero, Helio Cannone, Jorge Chaloub, Pedro Marreca, Vera CP, Luiz Carlos Ramiro Júnior, Diogo Cunha, Leonardo Benelli, Marcelo Sevaybricker.
O resultado é esse livro monumental, que conta com mais de 700 páginas, escritos com rigor e o tanto quanto possível de uniformidade teórico metodológica quanto possa haver em meio a especialistas de áreas tão diferentes.
Com toda modéstia que Deus (não) me deu, posso recomendar o livro como uma obra fundamental de introdução à história do pensamento político brasileiro. E orgulhosamente eu coloco a disposição do público, porque já está à venda tanto no modo físico quanto virtual, no site da editora da Fundação Getúlio Vargas, e também, claro na Amazon e outras plataformas digitais de livros.
O lançamento do livro será na próxima segunda-feira, dia 4 de agosto de 2025, na livraria da Travessa de Ipanema. Haverá um bate-papo com dois colegas muito queridos, também de altíssima categoria, que são as a professora Cristina Buarque de Holanda e o professor André Botelho.
Estão todos convidados para comparecer e tomar uma champanhota, porque ninguém é de ferro!
Vejo vocês lá!
Enquanto nos anos 1920 e 1930 os sistemas jurídicos ou foram coniventes ou frágeis demais para resistir, hoje o Poder Judiciário — tanto em instâncias nacionais quanto supranacionais — tem desempenhado um papel ativo como linha de contenção institucional.
Cada curtida uma historinha de coisas que só existem por causa do licenciamento ambiental:
1- o uso de canhões sonoros no mar, pela Petrobras, para procurar petróleo, precisa obrigatoriamente considerar a rota das baleias jubarte com seus filhotes.
VETA LULA
A economia real brasileira tem uma força que poucas economias no mundo tem, China inclusa.
Ter crescimento de quase 3% YoY com taxa de juros real de 8% aa é demonstração de força bruta de uma economia garroteada por uma elite financeira limitadíssima.